Vencedores e Perdedores no mercado do Livro

A O’Reilly publicou um estudo sobre as vendas de livros sobre computadores e tecnologias de informação respeitantes ao último quarto de 2006 e tem coisas interessantes: Nas linguagens de programação os reis são o Ruby e o Python (sem dúvida as linguagens da moda), em termos de Web anda tudo doido a querer programar Ajax e paralelamente a isto sobem Rails e Javascript. O resto desce. Curioso que nos livros sobre sistemas operativos, todos descem, excepto … os livros para switchers MAC que ganharam 72% (Será o efeito das vendas excepcionais de novos MAC?)

Curioso nestes sobes e desces é que uma das linguagens que mais perdeu foi o Java. Será que a abertura em formato Open Source influenciou alguma coisa? Ou será algo cujo efeito se notará apenas em 2007? Ou será que o Java começará a ser utilizado cada vez mais por franjas marginais, como o caso do Fortran, que hoje é basicamente utilizado por investigadores universitários e pouco mais?

Mas eles andavam cegos até agora?

Diz o público:

Relatório publicado pela Comissão Europeia
Programas informáticos de código aberto são positivos para competitividade na Europa
17.01.2007 – 20h22 Lusa

A utilização de programas informáticos “open source” (código aberto) pelas empresas pode ajudar a poupanças consideráveis, resultando num impacto positivo na competitividade na Europa, indica um relatório publicado pela Comissão Europeia.

Mas foi preciso haver um relatório para se perceber isto? Ou será que só agora porque há um relatório é que a coisa é oficial?

Gosto ainda de outra consideração que está no relatório que diz que o fomento do open source devia ser incentivado, assim como a sua introdução no ensino. (Estámos em 2007, só agora é que se lembraram disto? Quanto temos que competir com a Índia por exemplo? Ou o Brasil?)

Mas costuma-se dizer: Mais vale tarde que nunca… e já agora quem é que será que vai baixar os preços do Windows Vista nos próximos tempos para a Europa? Hm?

Ubuntu: Keep it Free

Mark Shuttleworth acabou de escrever uma série de princípios que a família Ubuntu deve seguir. Hoje publicou a número 1 e naturalmente este é Manter a distro gratuita e livre para os utilizadores.

Não poderia ser de outra forma, digo eu, ou então seria o fim, o encerrar de portas.

o Iraque, mais uma vez

Depois de ter dado a Saddam Hussein a vitória que ele tanto desejava, matando-o (que talvez na história fique escrito como assassinado) daquela forma ingóbil para uma civilização do século XIX, Bush prepou a nova estratégia para o Iraque, que em vez de passar pela saída, passa pelo aumento de tropas. Depois já se dizer que o Iraque se está a transformar num novo Vietnam, o New York Times fez uma peça sobre os preparativos das forças conjuntas para o combate ao dito terrorismo.

Queixam-se os americanos da falta de colaboração das próprias forças políticas que colocaram no poder e o que me adimira é que os americanos se questionem a propósito disso. Afinal os americanos invadiram um país. Naturalmente todos os iraquianos se perguntam “Quando é que estes tipos se vão embora?“. Será que não entendem que mesmo entre aqueles que os apoiam, a dada altura eles não querem ter a força ocupante lá e quanto mais tempo passar mais se vão opor à sua presença? Será que isto não é óbvio?

Streaming do Conselho Europeu

O conselho europeu faz o stream das suas reuniões para que o “povo”, ou seja nós, possamos acompanhar as discussões realizadas pelos nossos representantes. Na FAQ do site está explicitamente claro que apenas Windows e MACs são suportados, uma vez que o stream é feito em Windows Media Vídeo. Entretanto está a decorrer uma petição para que o conselho europeu disponibilize os streams em formato aberto, de forma a não impor restrições ao acesso à informação baseadas na plataforma do utilizador.

No caso, a opção pelo Theora seria o mais natural e uma vez que sendo um formato open source, poderia ser implementado em quase todas as plataformas possíveis, isto claro se a UE achar por bem… mas como os políticos só agem quando pressionados, então o melhor mesmo que todos assinemos a petição.

Sapices

Já alguém tentou verdadeiramente perceber como funciona o portal do sapo. Eu sinceramente que não consigo perceber aquilo. Fui lá, queria ver se descobria como funcionava a coisa dos blogs deles e das tags e não consigo encontrar nada em lado nenhum, e a cada clique sou levado para uma página de subscrição de serviços da PT. Como é que as pessoas que lá vão aguentam o o portal sapo? Será que o tal sucesso do sapo se baseia em pessoas web 0.x?

Felizmente a Sonae vai comprar aquilo tudo. Pode ser que finalmente evoluam, ou pensando melhor… também não acredito (acabei de ver o portal do clix e também é web 0.x mas com flash…)

Fedora Core 6 Live (Zod Rules)

Long live Ubuntu and all that. And i’ve been living by the Brown linux for long now. But this doesn’t mean that I wont look into other things from time to time. Today I’ve decided to try the latest Fedora Zod! It’s a Live CD with 2.3 Gb of packed software. I’m writing this post from it, running inside a virtual machine in Parallels in a 1Gb MacBook. What can I say… it rocks. My first impression was “gorgeous” Yes.. it is. Although I’m a fan of ubu, i dislike the brown / orange colors a bit.. So Fedora just hit a point there. In Parallels it boots to a 1600×1200 resolution that I had to change to a 1200×800 so I could use it in full screen. One ALT+CTRL+BKSPC after I was at the gdm prompt… hm..what is the default fedora user? Try fedora… And everything was just fab. The only down thing I found was that they shipped Firefox 1.5.X instead o 2.x but i can live with that… well, I can’t but the live CD allows you to install software as if it was a HD install so you can go to the internet and do your magic. Overall I’ve found it very pleasant (love the blues) and I might even try it in a big machine that is resting here in my room. I’ll feedback this latter.

Scribes – Editor de texto para linux.

Eu sou um fanático do VIM. Sim. Quando trabalho em linux a meu ver não há editor que prefira, seja no terminal ou no desktop. Entretanto descobri um editor muito simpático chamado Scribes que procura trazer algumas das funcionalidades encontradas por exemplo no Textmate para macosX. É simples, tem autocomplete, syntax highligh, code templates, bookmarks e é muito leve e simples de utilizar. Para quem não quer aprender a trabalhar com o VIM, o Scribes pode ser aquilo que procura. Já não gostava tanto de um editor para linux como este e pelo que vi, pode ter muito para dar à comunidade.

Ver ainda:

Utilizando VNC, Smaba ou SSH no meu Ubuntu

ModBook?

A apple sempre foi avessa a licenciar a sua plataforma para a produção de clones. Quando o tentou deu-se mal e passou pela pior crise da sua vida. Mas mods não são clones e agora uma empresa está a utilizar os MacBooks para os transformar num Tablet PC. Pelas notícias dos sites o Mod é caro, tem um sistema digitalizador da Watcom e o software é um bundle de coisas shareware. Como até hoje ainda não encontrei um software que funcionasse em condições numa língua que não o americano… estas soluções com caneta são uma treta… Mas… para artistas gráficos e gente com dinheiro para gastar… são uma beleza.

iPhone Sick

I usually have several apple computer related feeds in my subscription list, there on google reader. I already knew about the new iPohne as I posted yesterday about it, but today the number of articles about the iPhone is just overwhelming. I just got sick of all those “I love iPhone, when can i get one” posts… The thing is a good device, but I’m thinking that apple just bought a big fight. The phone market is something that is controlled by others and it’s a ground where apple has much to do and learn until they can have a dominant “iPodish” position.

Can the iPhone succeed just on good looks? Tell me what you think in the comments!

Mobile posting

Comprei um PDA recentemente e ainda não tinha experimentado fazer um post com o iPaq! A verdade é que é mais fácil do que parece.

O WordPress.com tem uma interface para dispositivos móveis em m.wordpress.com que funciona de forma simples. Escrever dependerá apenas da velocidade com que se risca com a pen no ecrã.