links for 2007-07-30

Leituras para as férias…

Vou de férias. Está quase, preciso de descansar e de me afastar dos computadores durante algum tempo. Vou para sul (Lagos) e para o Norte (Viana) e depois a meio de Agosto devo ir até ao Brasil para um conferência. Ela vai em conferência, eu vou descansar. Na minha bagagem, vai certamente o Life It Self do Robert Rosen.

Assim, os posts por aqui vão rarear, pelo menos até Setembro. Se conseguir ter um tempinho depois da praia, tentarei colocar por aqui notas das minhas aventuras de férias.

Entretanto se quiser ler alguma coisa no Sixhat Pirate Parts, aqui ficam os artigos populares dos últimos 30 dias por ordem decrescente.

Boas férias para todos.

E Steve, não anuncies nada que me faça arrepender deste descanso.

Windows Vista grátis… 231  
Procurar MP3 no Google 145  
mac: Shiira, o meu novo Browser! 79  
GPS: TomTom para as férias 73  
RSS Editor 69  
iPhone: Uma pergunta… 60  
Blogs: Escrever sem estar online. 51  
Mac OS X: aprendi um truque novo hoje! 36  
Vista a crescer, Mac OS X a perder 28  
E3: No mundo dos jogos de computador 26  
Projectos 23  
Windows Vista +1 daqui a 3 anos! 20  
Leituras: compreendendo a natureza, orig 18  
Macs na complexidade. 17  
Atractores de Hénon 16  
TDT: Oportunidade perdida! 15  
Panoramas de Praga 13  
DRM is (a) Good (sh…) 13  
Scribes – Editor de texto para linux. 12  
YouTube de volta à Turquia 12  
links for 2007-07-11 11  
Apple compra CUPS 10  
Ferramentas para Simulação Multi-Agent 10  
Twitter do Público 10  
links for 2007-07-09 8  
A revelação: I’m Fake Steve Jobs! 7  
links for 2007-07-07 7  
Intel: Não os podes vencer, junta-te a 7  
links for 2007-07-23 5  
Intel open sources multicore programming 5  
Regressado de Praga! 5  
Sapices 4  
My Eclipse 4  
mac: Ubercaster, Tudo para Podcasting 4  
Twitter sucedâneos… 4  
OpenSolaris 4  
Digg: a história de um número maldito. 3  
links for 2007-07-19 3  
mac: Slim Keyboard 3  
O meu MAC não arranca!!! 3  
Vencedores e Perdedores no mercado do Li 3  
Hoje é dia de Feisty… ou não? 2  
iPhone o próximo Zune? 2  
Safari 3.0 para Windows 2  
EMI liberta-se do DRM. Steve Jobs tinha 2  
SSD memory just around the corner 2  
Jaiku ou Twitter? 2  
Público digital sem RSS? 2  
Ubuntu: Keep it Free 2  
09F911029D74E35BD84156C5635688C0 2  
Blogar com o Vim no MacOSX 2  
Aplicações portáteis em 30 grama 2  
A culpa é do Governo 1  
Wikia Inc – Mais um motor de busca… 1  
Abrindo o código do twitter à comunida 1  
A história da palavra SPAM 1  
Grupos de Utilizadores de Linux – Limpar 1  
links for 2007-07-13 1  
Ratos com super visão 1  
Actualizações no Twitter 1  

mac: Slim Keyboard

Slim Keyboard MacA engadget publicou uma série de imagens daquele que dizem ser o próximo teclado desenhado pelo Jonathan Ive para a Apple e nomeadamente para a futura linha de iMacs.

A adopção das teclas de baixo perfil parece ser a grande novidade, sendo semelhantes à solução apresentada nos Macbooks da apple. As dúvidas sobre a eficiência deste tipo de teclado no que diz respeito à velocidade de escrita parecem surgir um pouco por todo o lado, mas posso dizer pela minha experiência com o teclado do Macbook que são completamente infundadas.

Nunca escrevi tão rápido num teclado como no do Macbook e se realmente este for o futuro dos teclados para Mac, contém comigo para comprar um. O teclado não provoca cansaço, é silencioso e o espaçamento entre as teclas é uma ajuda fabulosa para quem escreve sem olhar para o teclado e o faz utilizando os 10 dedos.

Caso se verifique que este será o novo teclado, noto também a utilização do tom metalizado do fundo, o que pode confirmar os rumores que surgiram que os novos iMacs não serão branco lacado mas sim metalizados. Cá estaremos para ver, ansiosos.

links for 2007-07-26

Btuga: o Post Obrigatório

A ASAE fechou o maior tracker nacional de Bittorrent. A providência cautelar afectou também mais dois sites. Ora se em princípio eu concordo com o facto de os direitos de autor tem que ser preservados, por outro não concordo com este ataque da ASAE directamente aos trackers porque efectivamente estes não possuem material que viole os direitos de autor. A ASAE está a perseguir a tecnologia, o suporte e não os infractores. Se havia utilizadores do Btuga que colocavam ficheiros com direitos de autor nos torrents que partilhavam, deveria a ASAE ir atrás deles e não do Btuga.

O paradoxo deste tipo de acção é que um dia ainda vamos ver a ASAE a perseguir a tecnologia de base: “já que a pirataria se faz na internet, vamos meter uma providência cautelar às linhas de cobre de de cabo já que são elas a tecnologia de suporte que permite a pirataria”.

Ora, senhores da ASAE, o Bittorrent não é mau. É uma tecnologia que permite a partilha de dados de forma a que não se sobrecarreguem servidores e é utilizada por muitos para distribuir conteúdos legais, que não violam qualquer tipo de direito de autor. A sua má utilização deve ser punida, como em qualquer outra tecnologia, mas os senhores limitaram-se a perseguir o meio de transporte, não o violador.

Ainda estou para ver como é que o caso do BTuga vai ser resolvido. O autor já colocou uma declaração no site. Se efectivamente nos servidores do BTuga não houve nunca material pirateado a ASAE deveria deixar cair as queixas e apresentar um pedido de desculpas, e perseguir quem verdadeiramente partilhou ficheiro ilegais. Se o BTuga possuia material pirateado e o partilhava terá que ser julgado apenas por esse material e nunca pelos ficheiros que os utilizadores de internet partilharam.

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Intel open sources multicore programming tool

Intel open sources multicore programming tool
Mais boas notícias para o mundo open source. (Qualquer dia ainda vamos todos ser surpreendidos com a Apple a abrir o OSX. Dream On, David!)

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MP3: Procurar música no Google

Este Blog Mudou-se para um domínio Próprio:
Este artigo está em: SIXHAT.NET

Procurar downloads de música online normalmente passa por utilizar programas de P2P (Peer to Peer). Os tais programas que a RIAA gostava que fossem todos interditos. Acontece que é muito simples encontrar música online pronta a descarregar, mesmo sem se utilizar qualquer programa de P2P.

O Google é talvez a melhor forma de se procurar música das nossas bandas preferidas para que possamos fazer download. Muitas pessoas colocam a música em pastas partilhadas em servidores universitários ou semelhantes, levando a que o Google as indexe. O truque está em perceber se conseguimos aproveitar essa possibilidade para procurar mp3 no Google. Já tinha demonstrado a possibilidade de fazer pesquisas, no artigo Procurar MP3 no Google através do lançamento do Widget para o Dashboard. Agora vamos brincar directamente na caixa de pesquisa do Google.

Assim para aproveitar essas páginas de índice de directorias que os servidores geram dinamicamente, experimente introduzir na caixa de pesquisa do Google o seguinte texto (Pode clicar no Link que é directo):

intitle:index.of “mp3” -htm -html -php -asp “Last Modified”

Como pode ver na janela de resultados obteve imensas listagens de música que está disponível para download.

Agora se quisermos, podemos restringir mais alguns resultados por exemplo a Billie Holiday:

intitle:index.of “mp3” -htm -html -php -asp “Last Modified” Billie Holiday

e logo no primeiro resultado temos músicas da diva.

Se não pretender andar sempre a introduzir o texto faça um bookmark do primeiro link ou se utilizar um Mac pode descarregar o widget para o Dashboard. Este Widget permite a pesquisa exactamente com os termos anteriores.

Lembre-se que fazer download de música sem licenciamento com copyright é ilegal e nos termos da lei dá cadeia. Se realmente gosta da música então suporte os artistas e compre os álbuns. Note também que alguns senhores sabendo desta característica criaram sites de directorias falsas para serem indexados nestas pesquisas. Cabe-lhe a si ter o discernimento de utilizar estas funcionalidades com propriedade.

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Artigos Relacionados:
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Procurar MP3 no Google
MP3: Está tudo na Internet
Quando a rádio toca

Vista a crescer, Mac OS X a perder

Um artigo da computerworld (Vista use grows as Mac OS X stays flat ) compara a quotas de mercado no que diz respeito à utilização do Windows Vista e do Mac OS X na Internet, anunciando que enquanto a quota do Windows Vista tem vindo a subir gradualmente a do MacOSX está estagnada. Não querendo entrar em guerras de números que não tenho ou lembrar-me que a computerworld é uma revista pró-Microsoft não deixa de ser interessante comentar alguns aspectos:

  • O jornalista apresenta o Vista a subir quando todas as suas percentagens são inferiores à do Mac OSX e a construção jornalística é feita para mostrar isso mesmo.
  • O não crescimento de quota de mercado da Apple (a acreditar nos valores da computerworld) deve-se a meu ver a duas questões fundamentais:
    • o iPhone. Todas as atenções da Apple parecem estar agora centradas no iPhone e a linha de computadores pessoais (o iPhone não é um computador pessoal) está parada, embora se diga que o Jonathan Ive esteja a trabalhar numa nova linha de iMacs
    • o atraso do MacOSX Leopard. Sabendo que estamos agora numa altura de férias, muitas pessoas podem preferir esperar por outubro para comprar o novo Mac já com o Leopard. Ou seja, os números da Computerworld mostram que um produto novo (o Windows Vista foi lançado em Janeiro) está a competir com um produto fim de linha e ainda não o ultrapassou.
    • A Apple, fazendo cair o “computer” do nome está a desleixar-se na linha de computadores, fazendo que a subida de vendas se deva a outros fenómenos como por exemplo o Parallels e os processadores Intel e não tanto com a qualidade do software desenvolvido pela Apple. O Steve Jobs já disse que a Apple não é uma software house, mas uma hardware house. Será que no futuro o sucesso da Apple vai depender do Software desenvolvido por terceiros? Será que o John Dvorak estava certo ao dizer que um dia a Apple se vai limitar a vender Hardware com o Windows instalado como a Dell?
    • Afinal foram 3 questões fundamentais!

    Ver ainda:

    Windows Vista Grátis…

links for 2007-07-23

mac: Shiira, o meu novo Browser!

Shiira BrowserNunca fui muito fã da utilização do Safari no Macintosh. Perdoem-me os que o adoram, mas nunca o achei capaz de fazer frente ao Firefox. Embora mais rápido a diferença não justificava a mudança, porque estava demasiado preso a todos os add-ons que o Firefox permite.

Assim nunca me dediquei muito a procuar alternativas. Para além do mais o Safari tem problemas inconstantes com o editor de posts do WordPress e por isso não servia para mim.

Uma alternativa que parecia ter algumas potencialidades era o Flock, mas eu não ligo assim tanto a essas coisas “sociais” que o Flock tem e embora seja baseado no código do Firefox não me convenceu.

Por fim decidi experimentar um browser que vem do japão. Chama-se Shiira e surpreendeu-me pela velocidade com que tudo se passa, é mais rápido que o Safari, tem um painel inferior com miniaturas das páginas abertas que passado algum tempo de utilização são um must. Possui também uma funcionalidade de Full Screen total, e permite também fazer Exposé das páginas que se tem abertas utilizando para tal a tecla F8. Brilhante. Para além disso pode-se utilizar os Bookmarks do Safari ou do Firefox como se fossem do Shiira e organizar os Downloads por pastas diarias. Muito bom. E tudo de forma automatica. Por isso, o Shiira é o meu browser para os próximos tempos. Experimentem, é surpreendente.

UPDATE: No WordPress.com o Shiira continua a ter alguns glitches com a criação de posts por causa do javascript. Argh…

mac: Ubercaster, Tudo para Podcasting

Sendo o Mac o reino do multimédia é natural que hajam muitas aplicações para as mais diversas tarefas.

No que diz respeito ao podcasting e embora eu utilize o Audio HiJack Pro da Rogue Amoeba juntamente com o iTunes e o GarageBand (para além de outras coisas mais específicas, para tarefas específicas) na produção do podcast “a MACacada”, estas aplicações são coisas isoladas que interagem entre si (muito bem por sinal, mas não é o caso).

Ora os tipos da Alemanha decidiram fazer um All in One para Podcasting e lançaram o Ubercaster, permitindo a interligação de todas as aplicações necessárias num só painel de controlo. O Ubercaster, apresenta um painel onde toda a emissão do podcast pode ser programada e depois gravada em modo “live”. Para além disso integra facilmente as ligações de Skype ou do iChat fazendo com gravações remotas sejam facilmente efectuadas. Aliás isto é um dos maiores quebra cabeças do Audio HiJack Pro (até se preceber como se faz o routing do som) e neste Ubercaster é resolvida facilmente.

Pena é tratar-se de um produto pago, uma vez que não vou alterar as minhas rotinas, que funcionam bem, gastando mais dinheiro, mas pode-se fazer download da versão de Trial. Quem estiver a escolher agora a forma de gravar o seu podcast deve experimentar esta pois é muito intuitiva, permitindo tornar a gravação no mundo apple um processo mais simples. (Como se fosse possível)

Atractores de Hénon

POST ACTUALIZADO EM SIXHAT.NET

Ando a brincar com atractores no Matlab. Hoje explorei hoje o chamado atractor de Hénon (do trabalho de Michael Hénon) que pode ser descrito por:

\\ X_{n+1}=Y_n+1-1.4\times X_n^2 \\ Y_{n+1}=0.3 \times X_n

O resultado deste atractor é que o pontos vão-se distribuindo aleatoriamente, até que se começa a perceber que essa distribuição afinal não é tão aleatória como isso e que se vai formando no ecrã uma linha (ou camadas de linhas quase sobrepostas). Levado ao infinito verifica-se que a linha funciona como atractor dos pontos que vão sendo gerados.

De facto, esta curva quando ampliada revela que se desdobra em duas e estas novamente ampliadas desdobram-se em mais duas, assim sucessivamente ad infinitum. O extraordinário é que quando se geram os pontos, eles parecem surgir aleatoriamente, não se sabendo onde surgirá o seguinte, apenas se sabendo que surgirá perto do atractor.

Um código simples para gerar estes atractores em Matlab segue abaixo:

henon.m
ax=[];
ay=[];
for i=0:10000;
xplus=y+1-1.4*x^2;
yplus=0.3*x;
y=yplus;
x=xplus;
ax=[ax; x];
ay=[ay; y];
end
plot(ax, ay, '.');

Para correr este código basta definir um x e um y iniciais e depois chamar a ficheiro henon.m a partir da prompt do Matlab, gerando 10 000 pontos.

TDT: Oportunidade perdida!

O público traz hoje uma reportagem na secção digital sobre a Televisão Digital Terrestre (TDT) bastante interessante, o que me levou a reflectir sobre aquilo que se avizinha para Portugal.

Há algum tempo quando procurava comprar um PDA, lembro-me que havia um modelo da Palm, o TX que vinha preparado com receptor de TDT. Na altura pensei “olha David, até podias começar a ver um pouco de Televisão”. Claro que este raciocínio só funcionaria se o TDT existisse em Portugal. Assim acabei por comprar outro PDA com outros gadgets e estou muito feliz. Continuo sem ver grande televisão, mas também não tenho que assistir a algumas barbaridades do nossos dirigentes (esperemos que a equipa de censura do governo não leia este blog).

Mas voltando à TDT. A União Europeia programou o Switch Off do sinal analógico para 2012, mas acontece que esta mudança vai obrigar muito televisor “velho” a ser mandado para o lixo, e muita set top box a ser comprada obrigatoriamente. Isto causa transtornos enormes para as empresas produtoras e também para os utilizadores nacionais (60% dos quais, segundo a notícia do público, ainda estão ligados apenas analogicamente). Para além disso lendo a reportagem do público verifica-se que o posicionamento estratégico das empresas eventualmente interessadas no TDT versa mais sobre a manutenção de um estado de coisas do que propriamente uma democratização do espaço televisivo português.

Se naturalmente as empresas privadas que já operam não querem ver as suas fatias de share (e consequentemente de receitas publicitárias) diminuir, aquelas que procuram entrar também não parecem dispostas a realmente criar novos canais e conteúdos alternativos uma vez que algumas já tem parecerias com o cabo (exemplo do futebol do Joaquim Oliveira) e olham para o TDT como uma forma de dominar também o sinal aberto.

Penso que a TDT poderia ser uma oportunidade para “democratizar” o espectro televisivo português, aliando a tal falada inovação do Zé com um estimulo ao investimento e à variedade, mas temo que tudo se processe como uma simples transição de plataforma, mantendo-se o actual marasmo, apenas com um suporte diferente. E ainda por cima, com o nosso tradicional atraso e com custos extra para a população.

A única forma de deixarmos de ser a cauda desta Europa é deixarmos de seguir os outros. É apostar em determinado rumo, de preferência o melhor para Portugal, e investir. Tomar decisões quanto aos processos a adoptar baseando-as nas soluções técnicas melhores e aceitar e defender as opções tomadas. Enquanto continuarmos no pára arranca, sem haver definições sobre as coisas, a TDT, como em muitas outras áreas, continuará apenas no papel ou em testes piloto de algumas companhias privadas e não será a realidade. Quando finalmente a implementarmos, já estaremos a correr atrás de outro atraso qualquer, numa outra tecnologia e a cometer os mesmos erros.

Windows Vista +1 daqui a 3 anos!

Más notícias para os utilizadores do Vista que vão ter que ficar presos ao Windows actual durante mais 3 anos. Assim, o Vienna, ou Windows 7, como parece ser conhecido internamente, deverá ver a luz do dia apenas em 2010, numa altura em que Bill Gates já não será presidente da empresa. Bill Gates vai sair da presidência da Microsoft em 2008 para se dedicar à filantropia, sendo que deve apresentar a sua última keynote como presidente na CES em Janeiro de 2008 em Las Vegas.

Estas notícias tem uma característica interessante, para quem se lembrar de como foi anunciado o Vista há 6 anos. O Windows XP+1 sairia já a seguir e depois os atrasos foram-se acumulando e as features interessantes foram sendo retiradas e mesmo assim os atrasos acumulando. Será que vamos assistir a uma reedição do desenvolvimento do Vista no Vista+1?