Apple: o iBrick podia ter sido evitado?

iPhoneQuando a Apple lançou o update para o seu iPhone, avisou que telefones hackados poderiam ficar avariados. As aplicações desenvolvidas por terceiros deixaram de funcionar e muitos iPhones ficaram mesmo inutilizados.

Ora agora que se está muito perto de reverter o processo, inclusive conseguido reactivar de novo os iPhones bloqueados, será que Apple vai voltar a bloquear os aparelhos?

A questão que se coloca é: Sabendo que havia aparelhos desbloqueados, não podia a actualização do Firmware 1.1.1 fazer uma verificação ao iPhone, e caso tivesse sido hackado, limitar-se a informar o utilizador que aquele aparelho não poderia ser actualizado para o nova firmware?

Poupava as dores de cabeça e permitia que as pessoas não dessem o dinheiro por mal gasto.

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3 Respostas

  1. Porque raio teria a Apple de “cuidar” dos que lhe estragam o negocio?
    Não seria era de esperar que estes não fossem tão “espertos” de tentar actualizar. Especialmente depois do aviso?

  2. kincas,

    estragam? Ok… o tipos que foram os primeiros a comprar o aparelho, pagaram mais 200$ por ele, falaram dele em todos os seus blogs… estragaram o negócio… tens toda a razão… não me tinha apercebido disso.. Damn Me…

  3. Estragaram o negócio, hein?

    Tendo em conta que é legal nos Estados Unidos desde o ano passado desbloquear telemóveis para livre utilização em todas redes, que a Apple está a ter problemas com a entrada do iPhone em França, em virtude da lei francesa impôr a venda de telemóveis com e sem desbloqueio e está a ter problemas com a marca iPhone no Canadá…

    Se calhar é a Apple que está a colocar um produto erradamente, num mercado mais do que estabelecido e com regras muito claras. Como o iPhone é um produto bastante apetecível, a Apple achou que iam todos curvar perante tal fenómeno. Pois bem, o mercado e os utilizadores começaram a reagir perante a atitude arrogante da Apple.

    Em suma, a Apple ao optar por acordos de exclusividade, brincou com o fogo e agora está a começar a queimar a ponta dos dedos no Canadá e em França. Que dizer do resto do mundo e da legislação em cada país? E as severas normas europeias anti-trust, que castigaram recentemente a Microsoft?

    Perante tantos obtáculos, seremos nós, potenciais compradores os que afectam o negócio da Apple ou será a própria Apple?

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